Americana é 7ª cidade mais feliz do Brasil e 2ª do Estado, aponta estudo
Em todo território paulista, município só ficou atrás de São José dos Campos ao receber nota de 8,84 e avançar em relação ao levantamento anterior da Revista Bula; pesquisa avalia indicadores de qualidade de vida e bem-estar social
Americana conquistou a 7ª colocação no ranking das cidades
mais felizes do Brasil, elaborado pela Revista Bula com base no modelo do
Relatório Mundial da Felicidade, publicado anualmente pela ONU (Organização das
Nações Unidas). Além do prestígio nacional, a cidade também se destaca no
âmbito estadual, sendo a 2ª melhor colocada entre os municípios paulistas.
O estudo adaptou à realidade brasileira os critérios que
determinam a qualidade de vida nos principais países do mundo, com o objetivo
de identificar, dentro do universo de bases públicas auditáveis e comparáveis,
os municípios brasileiros que reúnem as condições mais consistentes de
bem-estar.
A revista atribuiu nota 8,84 a Americana, representando um
grande avanço na comparação com o ano passado, quando o município figurou na
30ª posição desse mesmo ranking, com nota 7,04. Este ano, no Estado de São
Paulo, a Princesa Tecelã fica atrás apenas de São José dos Campos, por poucos
centésimos (8,88).
O prefeito de Americana, Chico Sardelli (PL), celebrou o
desempenho do município. “Esse resultado no ranking comprova, mais uma vez, o
quanto Americana está se desenvolvendo e o quanto nossa cidade é, de fato, a
terra das oportunidades. Anos atrás, nós dizíamos que Americana tinha voltado a
sorrir; hoje, podemos afirmar que Americana é uma cidade feliz de verdade.
Aqui, as pessoas têm espaços de lazer, têm eventos culturais, têm oportunidades
de trabalho, podem empreender e viver com segurança ao lado de suas famílias,
com educação e saúde de qualidade para seus filhos. Ver esse reconhecimento é
extremamente gratificante e reforça que estamos no caminho certo”, afirmou.
O levantamento considerou oito critérios: capacidade
material e segurança econômica; saúde e longevidade; apoio social e proteção
contra vulnerabilidade; liberdade prática e capacidade de escolha; confiança
institucional e integridade pública; civismo, generosidade e vida comunitária;
segurança pessoal; e habitabilidade com serviços urbanos básicos. Entre as
referências centrais estiveram IBGE, Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil,
PNUD, Ipea, Fundação João Pinheiro, INEP, DataSUS, SNIS e Siconfi.
“Americana pertence a um pedaço do interior paulista em que
‘interior’ já não significa distância, e sim conexão. Sua trajetória está
ligada à imigração, ao setor têxtil e a uma industrialização que deixou marcas
profundas em bairros, memória e ritmo econômico. Hoje, inserida numa região
fortemente articulada com Campinas e municípios vizinhos, a cidade opera num
ambiente de circulação intensa e base produtiva amadurecida. Há nela algo de
herança fabril, algo de urbanização consolidada e algo de transição metropolitana.
É justamente essa mistura que a torna representativa de uma transformação mais
ampla: a do interior paulista que se tornou simultaneamente produtivo, denso e
plenamente articulado”, destaca a publicação.

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