Hortolândia oferece serviço de escuta acolhedora para famílias de PCDs
Se você é mãe, pai ou responsável por uma PCD (Pessoa Com Deficiência) e precisa de ajuda para lidar com a sobrecarga mental, a Prefeitura de Hortolândia acaba de lançar o Programa “Escuta que Acolhe”, voltado a famílias em vulnerabilidade, principalmente. Trata-se de uma iniciativa para ouvir e amparar quem mora em Hortolândia, cuida de pessoas atípicas atendidas pelos serviços municipais de saúde e assistência social e está em sofrimento físico e emocional.
O programa busca disponibilizar uma escuta qualificada e
acolhedora a pais e responsáveis atípicos que apresentem sinais de esgotamento
físico e emocional, tais como ansiedade, depressão e desmotivação, insônia ou
sono excessivo, dores de cabeça e musculares, dentre outros. Realizado pelo DPP
PCD (Departamento de Políticas Públicas para a Pessoa Com Deficiência) da
Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social, o “Escuta que Acolhe” oferece
atendimento terapêutico gratuito, mediante agendamento prévio, por meio dos
seguintes canais: WhatsApp: (19) 98179-8489 e e-mail:
departamentopcd.smids@hortolandia.sp.gov.br.
Feita a solicitação, é preciso aguardar a análise do caso e
a data de início da prestação do serviço. Os atendimentos são realizados pela
psicanalista, terapeuta e servidora municipal Andresa Alcântara. Cada sessão
tem duração de 50 minutos e pode acontecer de forma presencial ou remota. Cada
atendido poderá agendar até 12 sessões, conforme avaliação do caso. O
atendimento presencial acontece de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na
“Sala Inclusiva” do Paço Municipal “Palácio dos Migrantes”, localizado na Rua
Professora Celina Franceschini Bueno, 100, no Jardim Metropolitan, na região do
Jd. Novo Ângulo.
“O ‘Escuta que Acolhe’ vem para dar um suporte às famílias
que, muitas vezes, estão à margem, porque não são vistas, não são apoiadas por
seus parceiros e, em alguns casos, até pela própria família. Nesse programa,
oferecemos escuta qualificada para que o esgotamento emocional que esses pais
passam seja ao menos amenizado. Parece uma iniciativa simples, mas só quem tem
um filho atípico em casa, sabe as dificuldades que enfrenta. É um programa
realmente muito lindo”, afirmou a secretária de Inclusão e Desenvolvimento
Social, Maria dos Anjos Assis Barros.

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