Oito meses após morte de menino em Sumaré, família cobra depoimento
A família de Rafael Fina ti Cordeiro, de 13 anos, voltou a cobrar providências das autoridades policiais oito meses após a morte do jovem, vítima de atropelamento no bairro Matão, em Sumaré. O caso ocorreu no dia 27 de julho de 2025, quando ele foi atingido por um caminhão. Desde então, parentes afirmam viver à espera de respostas e de um desfecho sobre o caso.
De acordo com informações da família, Rafael foi atropelado
enquanto estava na via pública. As circunstâncias exatas do acidente não foram
detalhadas oficialmente à família, o que tem aumentado a angústia dos parentes,
que pedem mais transparência na apuração dos fatos.
O inquérito policial foi instaurado para investigar o caso,
mas, segundo os familiares, teria sido encerrado pela Polícia Civil sem que
eles fossem ouvidos formalmente durante o andamento das investigações.
O pai de Rafael afirma que a família ainda não teve a
oportunidade de apresentar sua versão ou contribuir com informações que
pudessem auxiliar na apuração. Ele questiona a condução do processo e diz que
espera que o caso seja reavaliado pelas autoridades policiais.
“Quem atropelou meu filho continua solto, trabalhando
tranquilamente, enquanto eu e minha esposa seguimos esperando por justiça”,
desabafou o pai.
Os familiares agora buscam apoio jurídico e cobram que o
caso seja analisado novamente, para que, segundo eles, todas as circunstâncias
do atropelamento sejam devidamente esclarecidas. Até o momento, não há
informações públicas sobre eventual responsabilização criminal relacionada ao
caso.
Outro Lado
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP)
informou que o caso é sim investigado por meio de inquérito policial no 4º
Distrito Policial de Sumaré. A pasta disse que o delegado irá intimar os familiares
da vítima para prestar depoimento e também se mantém à disposição para prestar
quaisquer esclarecimentos. As demais diligências seguem em andamento para o
esclarecimento dos fatos e conclusão das investigações, segundo a SSP-SP.

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