Gestores da Educação vão intensificar prevenção à febre maculosa em Sumaré
A Secretaria de Saúde de Sumaré promoveu nesta semana a palestra “Febre Maculosa: Informação que Protege”, voltada aos diretores da rede municipal de Educação. A atividade reuniu mais de 50 profissionais e integrou as ações do Programa Municipal Permanente de Conscientização, Prevenção e Educação sobre a Febre Maculosa.
Durante toda a manhã, a enfermeira e gerente da Vigilância
Epidemiológica, Elane Granja, e a médica veterinária e gerente da Vigilância em
Zoonoses, Josiane Sauniti, apresentaram informações sobre a doença, sinais de
alerta, diagnóstico precoce, formas de transmissão e medidas de prevenção. O
objetivo foi preparar os gestores para desenvolver atividades educativas nas
unidades escolares.
As escolas municipais promoverão a Semana da Febre Maculosa
entre os dias 23 de junho e 3 de julho. A iniciativa buscará ampliar o
conhecimento sobre a doença entre estudantes, familiares e toda a comunidade
escolar, reforçando a importância da prevenção e da identificação precoce dos
sintomas.
Além dos diretores, participaram do encontro a
secretária-adjunta de Saúde, Denise Barja, a gerente-geral da Educação, Ana
Benvinda, e Ianca Queiroz, mãe de Eduardo Brazilino Queiroz, vítima da febre
maculosa no município.
A ação integra a legislação sancionada neste ano pela
Prefeitura de Sumaré, que instituiu o Programa Municipal Permanente de
Conscientização, Prevenção e Educação sobre a Febre Maculosa. A lei também
criou o “Dia D Municipal de Conscientização da Febre Maculosa”, que ocorrerá
anualmente em 13 de julho, em homenagem a Eduardo.
Para a secretária-adjunta de Saúde, Denise Barja, a parceria
entre as secretarias fortalece o alcance das ações preventivas. “A escola é um
espaço estratégico para a disseminação de informações de saúde. Ao capacitar
nossos profissionais da Educação, ampliamos o acesso ao conhecimento e
fortalecemos a prevenção junto às famílias e à comunidade”, destacou.
Durante o evento, Ianca emocionou os participantes ao
compartilhar sua experiência e reforçar a importância da conscientização sobre
a doença. “O Eduardo ainda está vivo dentro de mim, e isso me dá forças para
continuar. Transformar a história dele em informação e prevenção é uma forma de
manter sua memória viva e ajudar a proteger outras famílias”, declarou.
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